{"id":7924,"date":"2024-02-19T11:32:35","date_gmt":"2024-02-19T14:32:35","guid":{"rendered":"https:\/\/acontecenoreconcavo.com.br\/?p=7924"},"modified":"2024-02-19T11:32:37","modified_gmt":"2024-02-19T14:32:37","slug":"alternativa-e-aumentar-e-nao-reduzir-numero-de-circuitos-diz-secretario-sobre-medidas-para-desafogar-carnaval-na-barra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acontecenoreconcavo.com.br\/index.php\/2024\/02\/19\/alternativa-e-aumentar-e-nao-reduzir-numero-de-circuitos-diz-secretario-sobre-medidas-para-desafogar-carnaval-na-barra\/","title":{"rendered":"&#8220;Alternativa \u00e9 aumentar e n\u00e3o reduzir n\u00famero de circuitos&#8221;, diz secret\u00e1rio sobre medidas para desafogar Carnaval na Barra"},"content":{"rendered":"\n<p>Aumentar o n\u00famero de circuitos no Carnaval de Salvador. Essas \u00e9 uma das alternativas apontadas pelo secret\u00e1rio de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, para desafogar o percurso Barra-Ondina durante a folia. Com a superlota\u00e7\u00e3o do circuito Dod\u00f4, Monteiro endossa a posi\u00e7\u00e3o do governador Jer\u00f4nimo Rodrigues (PT) de que a solu\u00e7\u00e3o passa em adicionar circuitos na capital e n\u00e3o reduzir. Em entrevista ao Bahia Not\u00edcias, onde fez um balan\u00e7o sobre o Carnaval de 2024, o titular da Secult tamb\u00e9m destaca que a valoriza\u00e7\u00e3o do circuito Osmar (Campo Grande) \u00e9 parte fundamental do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A gente n\u00e3o pode ficar tamb\u00e9m vendo o Carnaval aumentar e n\u00e3o tomar medidas que acompanhem esse crescimento. Isso \u00e9 uma uma avalia\u00e7\u00e3o primeira que a gente faz. Mas tamb\u00e9m da necessidade de uma de se buscar alternativas. O governador falou isso de p\u00fablico que alternativas n\u00e3o podem significar reduzir o n\u00famero de circuitos, mas aumentar. N\u00f3s temos que nos debru\u00e7ar sobre isso e o governo do estado quer puxar essa discuss\u00e3o com todos os atores envolvidos&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>Aumentar o n\u00famero de circuitos no Carnaval de Salvador. Essas \u00e9 uma das alternativas apontadas pelo secret\u00e1rio de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, para desafogar o percurso Barra-Ondina durante a folia. Com a superlota\u00e7\u00e3o do circuito Dod\u00f4, Monteiro endossa a posi\u00e7\u00e3o do governador Jer\u00f4nimo Rodrigues (PT) de que a solu\u00e7\u00e3o passa em adicionar circuitos na capital e n\u00e3o reduzir. Em entrevista ao Bahia Not\u00edcias, onde fez um balan\u00e7o sobre o Carnaval de 2024, o titular da Secult tamb\u00e9m destaca que a valoriza\u00e7\u00e3o do circuito Osmar (Campo Grande) \u00e9 parte fundamental do processo.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A gente n\u00e3o pode ficar tamb\u00e9m vendo o Carnaval aumentar e n\u00e3o tomar medidas que acompanhem esse crescimento. Isso \u00e9 uma uma avalia\u00e7\u00e3o primeira que a gente faz. Mas tamb\u00e9m da necessidade de uma de se buscar alternativas. O governador falou isso de p\u00fablico que alternativas n\u00e3o podem significar reduzir o n\u00famero de circuitos, mas aumentar. N\u00f3s temos que nos debru\u00e7ar sobre isso e o governo do estado quer puxar essa discuss\u00e3o com todos os atores envolvidos&#8221;, disse.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O ano passado n\u00f3s terminamos o carnaval assumindo o compromisso de uma maior valoriza\u00e7\u00e3o do circuito Campo Grande por uma retomada do circuito tradicional mas tamb\u00e9m como uma forma de desafogar o circuito Barra-Ondina. Aconteceu esse ano, o Campo Grande cresceu, teve mais atra\u00e7\u00f5es, teve mais movimenta\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o representou um esvaziamento da Barra&#8221;, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p>No bate-papo, Monteiro tamb\u00e9m projetou as a\u00e7\u00f5es da Secult para o restante do ano e atualizou o andamento das obras no Teatro Castro Alves (TCA). Confira a entrevista na \u00edntegra abaixo:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Qual a avalia\u00e7\u00e3o que o senhor faz do Carnaval de 2024 em todo o Estado da Bahia?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nossa avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 de que foi um Carnaval hist\u00f3rico n\u00e3o somente do ponto de vista dos n\u00fameros que s\u00e3o muito significativos, superando todas as nossas expectativas inclusive, que j\u00e1 eram de um aumento mas n\u00f3s fomos realmente surpreendidos, foi uma participa\u00e7\u00e3o maior de pessoas. Sobretudo pela for\u00e7a que ele teve no ponto de vista de conte\u00fado, de mensagens, foi um Carnaval muito representativo, muito pol\u00edtico e especialmente com o tema dos 50 anos dos blocos afro que n\u00f3s decidimos homenagear como tema do nosso Carnaval e n\u00f3s percebemos que essa homenagem, o incentivo todo que se deu, o trabalho de divulga\u00e7\u00e3o feito acabou contribuindo muito para uma maior apropria\u00e7\u00e3o desse tema n\u00e3o somente na bolha dos blocos afro mas grandes artistas da nossa cultura e o p\u00fablico como um todo acabou tamb\u00e9m sendo envolvido por esse tema, o que pra n\u00f3s \u00e9 uma \u00e9 uma vit\u00f3ria porque era justamente esse objetivo. Trazermos o trabalho dos blocos e a sua import\u00e2ncia pra nossa cultura \u00e0 tona. E isso aconteceu. Temos uma avalia\u00e7\u00e3o bastante positiva sobre todos os aspectos do do que aconteceu no Carnaval.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Falando especificamente sobre Salvador, voc\u00ea comentou sobre a ades\u00e3o popular na festa e eu gostaria de saber quais seriam as alternativas por parte do governo para amenizar a superlota\u00e7\u00e3o que foi registrada no circuito Barra-Ondina?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tem duas coisas que precisam ser ressaltadas. Primeiro que houve muita falha na organiza\u00e7\u00e3o da festa por parte da prefeitura municipal. O que aconteceu no circuito Barra-Ondina no s\u00e1bado revela, escancara isso, a prefeitura tem a atribui\u00e7\u00e3o de controlar o circuito, hor\u00e1rio dos trios e ter medidas mais \u00e1geis para o caso de um problema como foi registrado problemas mec\u00e2nicos em alguns trios em alguns momentos, ent\u00e3o precisa haver maior agilidade nisso. A gente n\u00e3o pode ficar tamb\u00e9m vendo o Carnaval aumentar e n\u00e3o tomar medidas que acompanhem esse crescimento. Isso \u00e9 uma uma avalia\u00e7\u00e3o primeira que a gente faz. Mas tamb\u00e9m da necessidade de se buscar alternativas. O governador falou isso de p\u00fablico que alternativas n\u00e3o podem significar reduzir o n\u00famero de circuitos, mas aumentar. N\u00f3s temos que nos debru\u00e7ar sobre isso e o governo do estado quer puxar essa discuss\u00e3o com todos os atores envolvidos, com a prefeitura, com o setor privado que faz os camarotes, com os vendedores de ambulantes, com o pessoal que puxa corda. Para n\u00f3s todo mundo tem uma contribui\u00e7\u00e3o a dar mesmo que nem sempre a gente vai conseguir que todos saiam satisfeitos mas pelo menos suas opini\u00f5es sejam consideradas. N\u00f3s queremos muito enfrentar esse debate, estamos colocando a disposi\u00e7\u00e3o para puxar isso com muita tranquilidade mas tamb\u00e9m consciente da necessidade que tem com isso. O ano passado n\u00f3s terminamos o carnaval assumindo o compromisso de uma maior valoriza\u00e7\u00e3o do circuito Campo Grande por uma retomada do circuito tradicional mas tamb\u00e9m como uma forma de desafogar o circuito Bara-Ondina. Aconteceu esse ano, o Campo Grande cresceu, teve mais atra\u00e7\u00f5es, teve mais movimenta\u00e7\u00e3o, mas isso n\u00e3o representou um esvaziamento da Barra ent\u00e3o n\u00f3s precisamos de fato agora nos debru\u00e7armos sobre isso para buscar alternativas para que o Carnaval do ano que vem, que vai ser maior ainda do que esse ano, n\u00f3s precisamos de fato nos debru\u00e7ar no sobre o tema.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No ano passado o debate sobre a possibilidade de instalar um novo circuito na orla de Salvador, nos bairros da Boca do Rio e Pitua\u00e7u, ficou muito aquecido. Na sua vis\u00e3o essa \u00e9 uma das alternativas para o gargalo que vem sendo registrado ano ap\u00f3s anos? O governo do Estado estuda isso e tem debatido junto \u00e0 prefeitura?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em que pese seja atribui\u00e7\u00e3o da prefeitura, n\u00f3s sabemos que n\u00e3o existe Carnaval sem o governo do estado. Com toda a estrutura, com tudo que n\u00f3s colocamos para que a festa aconte\u00e7a. Por isso n\u00f3s estamos reafirmando publicamente que queremos ser parte dessa discuss\u00e3o. A gente n\u00e3o pode admitir qualquer tipo de imposi\u00e7\u00e3o nesse sentido. N\u00f3s estamos nos colocando \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para isso. Sobre a quest\u00e3o do novo circuito eu nunca vi nenhum estudo sobre ele. N\u00e3o estou dizendo que n\u00e3o existe, mas eu nunca vi. Eu s\u00f3 vi se falar sobre isso, se falou na imprensa. Eu acho que uma decis\u00e3o como essa s\u00f3 pode ser tomada a partir de muito di\u00e1logo e de estudos t\u00e9cnicos que mostrem a viabilidade. Tudo isso a gente precisa de fato ver os estudos para que consiga trabalhar e evoluir de uma forma sustent\u00e1vel e respons\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>No \u00faltimo dia de Carnaval o prefeito Bruno Reis disse que o grande legado deixado por ele em seu mandato foi o renascimento da folia no Centro da cidade. O tema rendeu inclusive falas suas nas redes sociais, com direito a tr\u00e9plica do secret\u00e1rio municipal de Cultura, Pedro Tourinho. Eu gostaria que o senhor comentasse esse assunto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde o ano passado n\u00f3s vemos o Pelourinho no centro de uma de uma pol\u00eamica e de uma disputa. A prefeitura de Salvador no ano passado se aproveitou de algum caso ou outro de roubo registrado no Pelourinho para criar uma narrativa de que o Pelourinho viveu uma crise e precisava de uma interven\u00e7\u00e3o policial. N\u00f3s do Estado sempre enfrentamos esse discurso. At\u00e9 porque nossa presen\u00e7a no Pelourinho n\u00e3o \u00e9 uma presen\u00e7a ocasional, n\u00f3s estamos l\u00e1 no cotidiano. N\u00f3s temos sedes da Secretaria de Cultura, equipamentos culturais no Pelourinho, a nossa viv\u00eancia \u00e9 cotidiana e tudo \u00e9 feito em di\u00e1logo com os comerciantes com quem vive e faz o Pelourinho acontecer. N\u00f3s sempre dissemos desde que a discuss\u00e3o come\u00e7ou de que o Pelourinho precisa de vida, precisa de cultura, precisa desse tipo de investimento. E assim n\u00f3s fizemos, n\u00f3s temos feito e o resultado tem sido positivo. A nossa a\u00e7\u00e3o &#8220;Amor pelo Pel\u00f4&#8221; que come\u00e7ou no in\u00edcio do ver\u00e3o levando uma maior movimenta\u00e7\u00e3o e uma maior diversifica\u00e7\u00e3o cultural para o Pelourinho se mostrou um verdadeiro grande sucesso e o Carnaval desse ano tamb\u00e9m com atra\u00e7\u00f5es de peso variadas, que era uma reivindica\u00e7\u00e3o dos comerciantes do Pelourinho, que ficaram muito satisfeitos que aumentou muito o o movimento ali. Mas por outro lado h\u00e1 sim uma tentativa muitas vezes da prefeitura de buscar uma apropria\u00e7\u00e3o do Pelourinho e eu repito: n\u00f3s n\u00e3o temos a pretens\u00e3o nem a arrog\u00e2ncia de querermos fazer as coisas sozinhos, jamais. A gente sempre tem buscado o di\u00e1logo como um caminho. Mas a gente espera que da parte da prefeitura tamb\u00e9m haja essa disposi\u00e7\u00e3o, o discurso do prefeito de Salvador exaltando o Carnaval do Pelourinho como um feito hist\u00f3rico n\u00e3o foi verdadeiro nem honesto porque todos n\u00f3s sabemos que o Centro Hist\u00f3rico n\u00e3o \u00e9 somente o Pelourinho mas ele comemora o Carnaval do Pelourinho como um feito hist\u00f3rico da prefeitura e isso n\u00e3o \u00e9 verdade, foi esse o debate que a gente enfrentou e eu fiz o enfrentamento e seguirei fazendo na pol\u00edtica. Jamais com ataque pessoal, jamais com qualquer tipo de desqualifica\u00e7\u00e3o porque eu n\u00e3o acredito na pol\u00edtica feita assim. Eu fiz uma cr\u00edtica na pol\u00edtica eu lamento que muitas vezes as rea\u00e7\u00f5es n\u00e3o sejam da pol\u00edtica, sejam com tentativas de desqualifica\u00e7\u00e3o pessoal. Mas eu n\u00e3o levo isso para mim n\u00e3o, eu eu reafirmo que n\u00f3s estamos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para a discuss\u00e3o do todo, dos circuitos, do Pelourinho, o que quer que seja. N\u00e3o tem problema, mas vamos botar as coisas \u00e0s claras na mesa a gente n\u00e3o pode \u00e9 chegar e querer qualquer tipo de comportamento oportunista de se apropriar de algo que n\u00e3o fomos n\u00f3s que fizemos. Eu eu acho que as solu\u00e7\u00f5es \u00a0precisam ser feitas de formas mais claras.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Saindo do escopo de Carnaval, fala um pouco sobre as a\u00e7\u00f5es da Secult para o restante de 2024.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um ano de n\u00f3s aprofundarmos a nossa pol\u00edtica de territorializa\u00e7\u00e3o da cultura que se mostra muito acertada, foi uma decis\u00e3o da nossa gest\u00e3o, uma decis\u00e3o do governador Jer\u00f4nimo, logo no in\u00edcio que n\u00f3s n\u00e3o fic\u00e1ssemos t\u00e3o focados em Salvador e fiz\u00e9ssemos um trabalho no estado como um todo. E isso tem se mostrado muito exitoso. A Paulo Gustavo \u00e9 um \u00e9 um exemplo vivo disso com 57% dos projetos aprovados no interior do estado. \u00c9 uma marca in\u00e9dita, n\u00f3s seguiremos com essa pol\u00edtica e ela envolve uma s\u00e9rie de quest\u00f5es como a continuidade do processo de reforma dos equipamentos culturais e tamb\u00e9m com processo de reconhecimento da cultura, das diferentes culturas que s\u00e3o produzidas no interior do estado. N\u00f3s tamb\u00e9m vamos aprofundar nossa pol\u00edtica junto \u00e0 educa\u00e7\u00e3o que \u00e9 uma outra determina\u00e7\u00e3o do governador Jer\u00f4nimo para o programa de forma\u00e7\u00e3o voltado aos estudantes do ensino m\u00e9dio especialmente que s\u00e3o responsabilidades do estado tanto para \u00e1rea de artes, para m\u00fasica, teatro, dan\u00e7a, literatura, audiovisual, artes visuais, artes pl\u00e1sticas, mas tamb\u00e9m a parte t\u00e9cnica. A [lei] Paulo Gustavo nos mostrou que quando chega o recurso tem uma possibilidade de projetos mas muitas vezes a gente ainda tem uma car\u00eancia de pessoas qualificadas para edi\u00e7\u00e3o, para ilumina\u00e7\u00e3o, para trabalhos t\u00e9cnicos que comp\u00f5e a cultura e que \u00e9 um mercado de trabalho em crescimento e n\u00f3s precisamos nos debru\u00e7ar e temos essa decis\u00e3o inclusive em di\u00e1logo com o governo federal de melhorarmos a\u00e7\u00f5es para a forma\u00e7\u00e3o da sociedade na \u00e1rea da cultura entendendo esse mercado como um mercado muito promissor.&nbsp;Al\u00e9m disso n\u00f3s temos a\u00ed a execu\u00e7\u00e3o da Paulo Gustavo com o pagamento dos projetos e a sua realiza\u00e7\u00e3o plena que vai at\u00e9 o final desse ano e tamb\u00e9m a lei Aldir Blanc que agora a gente come\u00e7a com um processo tamb\u00e9m de fomento que vai durar cinco anos e nos permitir\u00e1 termos programas mais mais duradouros, mais perenes e vem a possibilidade de a gente fazer um investimento em \u00e1reas que historicamente tem ficado de fora do fomento \u00e0 cultura. Como por exemplo o hip hop, a capoeira, toda cultura que \u00e9 produzida junto aos quilombos e aos terreiros e tamb\u00e9m um programa de apoio mais permanente aos blocos afro para al\u00e9m do Carnaval. Que \u00e9 uma reivindica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e que nesse trabalho agora em torno do Carnaval n\u00f3s vimos a necessidade de um apoio mais permanente especialmente para os projetos que esses blocos realizam nas suas comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A gente recebe no BN diversos pedidos de leitores sobre a&nbsp;situa\u00e7\u00e3o do Teatro Castro Alves. Qual o status das obras no TCA?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A obra do TCA est\u00e1 em pleno andamento, eu j\u00e1 falei isso publicamente algumas vezes que muitas pessoas entendem que uma obra s\u00f3 come\u00e7a quando elas veem tapume, guindaste ou vencimento, mas para chegar nessa etapa h\u00e1 uma s\u00e9rie de quest\u00f5es que que precedem a chegada da obra. Durante todo o ano passado foi realizado atualiza\u00e7\u00e3o do projeto especialmente do projeto espec\u00edfico do teatro, que \u00e9 toda a parte de sonoriza\u00e7\u00e3o, de ac\u00fasticos, de ilumina\u00e7\u00e3o, de refrigera\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o \u00e9 uma obra qualquer, \u00e9 uma obra que tem especificidade por se tratar de um teatro. N\u00f3s realizamos o processo de licita\u00e7\u00e3o em novembro, foi aberto, agora no final de janeiro houve abertura dos envelopes, teve duas empresas que se cadastraram, se habilitaram, uma de Salvador e uma de S\u00e3o Paulo. Esse trabalho de an\u00e1lise dessas empresas est\u00e1 sendo conclu\u00eddo agora para divulga\u00e7\u00e3o da vencedora a partir inclusive da sua proposta financeira e entre abril e maio come\u00e7a a obra f\u00edsica especificamente que \u00e9 toda a parte civil da obra. E at\u00e9 o final do ano n\u00f3s lan\u00e7amos a nova licita\u00e7\u00e3o, dessa vez para a obra espec\u00edfica, para a obra que traz as disciplinas espec\u00edficas do teatro que \u00e9 toda essa parte que eu comecei falando. Tudo isso vai ser feito numa licita\u00e7\u00e3o separada para preservar tamb\u00e9m as especificidades e a qualidade que o teatro merece.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Bahia Not\u00edcias <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aumentar o n\u00famero de circuitos no Carnaval de Salvador. Essas \u00e9 uma das alternativas apontadas pelo secret\u00e1rio de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, para desafogar o percurso Barra-Ondina durante a folia. 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