{"id":4745,"date":"2023-10-03T16:46:47","date_gmt":"2023-10-03T19:46:47","guid":{"rendered":"https:\/\/acontecenoreconcavo.com.br\/?p=4745"},"modified":"2023-10-03T16:46:48","modified_gmt":"2023-10-03T19:46:48","slug":"idec-analisa-fragilidade-em-seguranca-de-aplicativos-de-bancos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acontecenoreconcavo.com.br\/index.php\/2023\/10\/03\/idec-analisa-fragilidade-em-seguranca-de-aplicativos-de-bancos\/","title":{"rendered":"Idec analisa fragilidade em seguran\u00e7a de aplicativos de bancos"},"content":{"rendered":"\n<p>O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulgou, nesta segunda-feira (2), um relat\u00f3rio que mostra a facilidade para se acessar a conta banc\u00e1ria de algu\u00e9m por aplicativo de celular, atrav\u00e9s de golpes. O instituto analisou, no documento Golpe do Celular Invadido, se os bancos Nubank, Bradesco, Ita\u00fa e Santander disponibilizam ferramentas para a redu\u00e7\u00e3o de golpistas invadirem e conseguirem tirar dinheiro de clientes em suas respectivas contas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na primeira etapa da an\u00e1lise, que aconteceu durante seis meses, o Idec apontou quantas reclama\u00e7\u00f5es os clientes registraram em 2022 contra cada banco pelo site Reclame Aqui. O Nubank foi o que teve mais queixas. Mesmo que muitas dessas reclama\u00e7\u00f5es fossem sobre celulares roubados, algumas delas t\u00eam rela\u00e7\u00e3o com o golpe do acesso remoto, inclusive com relatos espalhados por redes sociais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o instituto, o golpe acontece quando um criminoso se passa por atendente de um dos bancos e entra em contato com a v\u00edtima, seja por Whatsapp, SMS, e-mail ou mesmo por liga\u00e7\u00e3o telef\u00f4nica. O golpista informa alguns dados pessoais do cliente para transmitir credibilidade, mantendo o tom formal e semelhante ao que usaria um atendente do banco.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s ganhar a confian\u00e7a da v\u00edtima, que, quando solicitado, baixa um aplicativo no celular, que, na realidade, se trata de um programa que permite o acesso remoto, controlado pelos criminosos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa maneira, torna-se poss\u00edvel fazer transfer\u00eancias de dinheiro, empr\u00e9stimos, compras e outros tipos de movimenta\u00e7\u00f5es na conta banc\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>O instituto ouviu tamb\u00e9m tr\u00eas dos maiores bancos privados do pa\u00eds: Bradesco, Ita\u00fa e Santander para saber sobre se j\u00e1 tiveram clientes que ca\u00edram em golpes e qual a atitude da institui\u00e7\u00e3o. Um deles respondeu que conseguia barrar completamente o acesso remoto ao aplicativo, o que fez com que o instituto questionasse a outras entidades por que n\u00e3o t\u00eam ainda essa ferramenta dispon\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s um m\u00eas, o Idec testou o acesso remoto aos aplicativos das institui\u00e7\u00f5es financeiras para saber se haviam evolu\u00eddo no desenvolvimento de mecanismos capazes de impedir o acesso \u00e0s contas dos clientes. Apenas um dos bancos testados foi capaz de bloquear o acesso e, na perspectiva do instituto, foi mencionado pelo Idec como refer\u00eancia aos demais. Os outros dois bancos foram notificados sobre os resultados.<\/p>\n\n\n\n<p>O Idec n\u00e3o divulgou os detalhes dos testes, inclusive o nome do banco que foi bem sucedido, para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o de falhas e facilita\u00e7\u00e3o de uso indevido do acesso remoto como pr\u00e1tica criminosa. Por isso, essas outras informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o est\u00e3o presentes no relat\u00f3rio divulgado pelo Instituto, de acordo com publica\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulgou, nesta segunda-feira (2), um relat\u00f3rio que mostra a facilidade para se acessar a conta banc\u00e1ria de algu\u00e9m por aplicativo de celular, atrav\u00e9s de golpes. 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