O cenário político na Bahia está ganhando contornos interessantes, com o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), sendo apontado nos bastidores como um possível candidato ao governo do estado em 2026. A informação, divulgada pela colunista Andreza Matais, do UOL, revela movimentos estratégicos que podem impactar não apenas a política local, mas também as esferas nacionais.
Um dos motivos que teriam levado Rui Costa a “fritar” Jean Paul Prates, ex-presidente da Petrobras, estaria diretamente relacionado a essa estratégia política. Rui, visando fortalecer sua posição e ampliar sua influência, busca o controle da companhia estatal. O retorno ao governo da Bahia, onde já exerceu mandatos anteriormente, certamente o colocaria em uma posição de destaque no cenário político nacional.
Antes de ser demitido, Prates teria tomado uma decisão que gerou polêmica: transferiu a sede da Petrobras para o Rio Grande do Norte, estado onde pretende concorrer ao governo em 2026. Essa medida foi vista como uma manobra política, alinhada aos interesses pessoais do ex-presidente da estatal. No entanto, Rui Costa contou com o apoio crucial de Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, que também tem aspirações políticas em seu estado natal, Minas Gerais.
A indicação de Magda Chambriand para assumir o comando da Petrobras está alinhada com essa lógica eleitoral e aos interesses dos ministros Rui e Silveira. O alinhamento estratégico entre lideranças políticas e setores empresariais torna evidente a complexidade dos bastidores políticos, onde interesses pessoais e projetos de poder se entrelaçam de maneira intricada.
Fonte: Varela Net






